(F.P.R)
“E quando eu abri aquela porta, você estava ali, com o mesmo sorriso, o cabelo caindo na testa e questionando as mesmas coisas estranhas e incompreendidas de sempre. Estava em pé, parada, olhando direto nos meus olhos, me fazendo entender tudo, sem dizer uma só palavra. Sempre que lembro desses dias, aqueles que pude sentir as mesmas coisas que você, me bate um alívio, sei que não importa as datas, rodovias, despedidas ou até meios de transporte público, tudo o que precisamos, sonhamos e queremos, sempre, de uma forma ou de outra vão estar de um dos lados daquela porta.”
(Yuri Piardi Ortelan)
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